segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Hulk em quase metade da produção de ataque

Hulk rima com vitória. Gramaticalmente esta afirmação pode não fazer muito sentido, mas no futebol faz. E de que maneira. O FC Porto continua a não conhecer outro resultado senão a vitória desde que o Incrível regressou à competição, em Março último, após o castigo imposto pela Comissão Disciplinar da Liga. São 16 vitórias consecutivas em partidas oficiais nas variadas competições, 14 das quais com o brasileiro (falhou o Genk e o Rio Ave, já esta época, por motivos pessoais) em campo.
Contudo, para se perceber melhor o peso do jogador na equipa é preciso recorrer a outros números: nesses 14 jogos, o FC Porto marcou 41 golos - quase três por partida - e Hulk assinou directamente 10 e indirectamente, através de assistências, nove, com Falcao a ser o principal beneficiário.
Portanto, Hulk participou activamente em 19 golos, quase metade da produção da equipa desde o jogo no Restelo, que marcou o seu regresso à competição. Além disso, o brasileiro foi decisivo em vários jogos: foi o goleador solitário nos encontros com a Naval, o Rio Ave, e fez três dos quatro golos no triunfo sobre o Genk. Aliás, neste arranque de temporada, Hulk tem-se cotado como o melhor marcador da equipa - já leva sete golos, seis dos quais nos últimos três jogos, todos disputados após a ida ao Brasil por causa do falecimento da sobrinha.
Contra o Braga, Hulk voltou a ser considerado, por O JOGO, o melhor em campo, como já tinha acontecido em mais sete vezes nos outros 13 jogos em que participou desde o castigo. Desta vez, marcou um golo ao amigo Felipe e construiu, entre dois adversários, o lance do primeiro, oferecido em bandeja de ouro a Varela.

O Jogo